Sobre a ACIST-SL

A história da ACIST-SL iniciou em 21 de março de 1920, quando 36 empresários decididos a garantir infraestrutura para o crescimento da economia local reuniram-se no prédio nº 83 da rua Independência. Naquela data, criaram a Associação Comercial de São Leopoldo, que teve como presidente João Reinaldo Müller. O primeiro presidente ficaria no cargo por cinco anos.

 

Com o passar dos anos, a entidade foi ganhando força no município, mantendo sempre o propósito de representar e defender os ideais da classe empresarial. Em 1963, a entidade fundiu-se com a Associação do Comércio e Indústria de São Leopoldo, criando, assim, a ACISL. A expressão Serviços foi acrescentada em novembro de 1991. Com a alteração do estatuto, a entidade passou a denominar-se Associação Comercial, Industrial e de Serviços de São Leopoldo (ACIS-SL). Em 2006, foi realizada a fusão com a Associação de Empresas e Profissionais Liberais do Bairro Rio Branco (Assempli), fortalecendo ainda mais a entidade.


Conforme a Federação das Associações Comerciais do Rio Grande do Sul (Federasul), a ACIS-SL foi a 21ª entidade de defesa do comércio a ser criada no Rio Grande do Sul. Em diversas ocasiões, seus presidentes ocupam cargos de destaque e participam das campanhas nacionais e estaduais em defesa dos interesses dos comerciantes, dos industriais, dos prestadores de serviços e da comunidade rio-grandense em geral.

 

Em 2015, ocorreu nova alteração no nome, com a agregação da palavra Tecnologia. A mudança ocorreu para acompanhar o surgimento de empresas nesta área, principalmente devido à consolidação do Parque Tecnológico Tecnosinos.

 

Propósito: Ser agente de sinergia em São Leopoldo e reconhecida como uma entidade empresarial moderna e representativa

 

 

CONFIRA ABAIXO OS 100 ANOS DA ACIST-SL

 

O fim da Primeira Guerra Mundial no início do século passado foi uma grande oportunidade para que regiões distantes dos conflitos apelassem para sua própria capacidade de produção.

Este foi o caso de São Leopoldo, que viveu naquele período um crescente desenvolvimento do comércio, indústria e agricultura.

Os comerciantes e novos industriais apoiavam, de maneira não organizada, iniciativas para a instalação da luz e força elétrica, bem como soluções para o saneamento básico.

 

Naquele período, em São Leopoldo a produção industrial começava a suplantar a agrícola. Parte dos alimentos processados e artefatos, como calçados e produtos metal-mecânicos, era transportada por trem ou por barca para abastecer Porto Alegre e outras cidades.

 

Mas como unir forças para alavancar ainda mais a produção e a geração de renda, em um período em que não havia leis claras sobre direitos e deveres entre empresas e empregados?

 

A fundação da Associação Comercial de São Leopoldo foi resultado destas inquietações. E, ao mesmo tempo em que viviam um clima de otimismo em relação ao crescimento econômico, com a mudança do sistema agrícola para o industrial, havia a apreensão com o desenvolvimento do movimento operário.

E como resultado de todos estes questionamentos, no dia 21 de março de 1920, 36 empresários promoveram uma reunião e  oficializaram a Associação Comercial de São Leopoldo. Sentiam a necessidade de criar uma entidade que defendesse seus interesses e lutasse junto aos governos pela implantação de uma infraestrutura que permitisse o crescimento da região, com a construção de rodovias, o fornecimento de energia elétrica e a instalação de comunicações telefônicas.

 

O primeiro presidente eleito foi João Reinaldo Müller, que, no mesmo dia de fundação da então ACI, enviou um telegrama ao presidente da República, exigindo providências em favor do comércio e indústria locais. Ele criticava os maus serviços da ferrovia Porto Alegre – São Leopoldo, dirigida por capital belga.

Em 1925, com a reorganização dos estatutos, assumiu a presidência Frederico Guilherme Schmidt, que presidiu a entidade por 18 anos, em três diferentes mandatos.

Durante sua primeira gestão, assinou um ofício solicitando à Companhia Telefônica melhoramentos na instalação de telefones automáticos e centrais telefônicas nos bairros industriais e mais populosos. Também adquiriu terrenos e benfeitorias para a sede da entidade, onde hoje está localizado o Palácio do Comércio e sede atual da ACIST-SL.

 

Em 1963, mais coesa, forte e representativa, a entidade uniu as forças empresariais da época e em novembro daquele ano, fundiu-se com a Associação do Comércio e Indústria de São Leopoldo.

 

Na década de 70, os principais projetos foram a instalação do Distrito Industrial, que se viabilizou e atraiu empresas estrangeiras, e a construção da Escola Técnica Frederico Guilherme Schmidt, viabilizada por uma campanha de arrecadação de recursos capitaneada pelos empresários.

A construção da sede atual da ACIST-SL, o Edifício Palácio do Comércio, também aconteceu naquele período, em 1977.

Em 1984 a ACIST-SL protagonizou a criação do Conselho Comunitário Pró-Segurança Pública, contribuindo no aparelhamento dos órgãos de Segurança. Ainda hoje o CONSEPRO se reúne na entidade para deliberar seus projetos.

Em 1988, mais uma conquista: a inauguração de uma subestação da Companhia Estadual de Energia Elétrica, incentivada pelos empresários, que custearam 15% da obra. O projeto possibilitou o equacionamento do problema de distribuição de energia na cidade e possibilitou a expansão industrial.

 

A década de 90 foi destacada pela Inovação.

 

Em meados de 1990, São Leopoldo abria as portas para a nova economia: a Tecnologia. Considerado hoje um dos melhores Parques Tecnológicos do mundo, o Tecnosinos teve seu embrião fecundado nas reuniões com empresários associados da ACIST-SL que, em 1993, sentiam a necessidade de estímulos, por parte do poder público, para criar novas empresas.

A implantação da Fundação de Resíduos Sólidos Industriais, a Funresoli, contou com protagonismo da ACIST-SL. Também em 1993, sua criação veio atender a demanda das Indústrias, que necessitavam de um espaço organizado e gerenciado onde pudessem depositar seus resíduos.

 

Em 1997, o metrô chegava a São Leopoldo. Um intenso movimento liderado pela associação junto ao governo levou à reformatação do projeto para fazer uma elevada, evitando prejuízos como os das cidades vizinhas, que foram divididas ao meio.

 

Os anos 2000 estão fundamentados pela solidificação da ACIST-SL como agente de promoção social e de desenvolvimento empresarial.

 

A ACIST-SL passou a sediar a unidade da Parceiros Voluntários em São Leopoldo, avançando sua atuação na Responsabilidade Social.

 

Uma nova fusão marcou a história da entidade, quando a Associação dos Profissionais Liberais do bairro Rio Branco foi incorporada à ACIST-SL e o seu patrimônio hoje configura a Sede Social.

Com 92 anos de história, a ACIST-SL empossou a primeira presidente mulher. Desde então, a participação feminina vem ganhando espaço não somente entre a diretoria, mas também no quadro social.

O Programa Empreender, da Confederação das Associações Comerciais do Brasil, foi implementado com o objetivo de melhorar a competitividade de micro e pequenas empresas através de sua organização em núcleos setoriais.

 

As Reformas Estruturais, a Segurança Pública, a Educação, a Inovação e a Tecnologia, tem sido ao longo dos anos os pilares da atuação da ACIST-SL, tendo sempre o associado como foco de suas ações.

 

A comunidade também é impactada pelas campanhas desenvolvidas pela ACIST-SL, como a da BR Livre, Ligar para o 190 não é Brinquedo, São Leopoldo é Demais - Compre Aqui!, a destinação do Imposto de Renda às instituições assistenciais, dentre outras, uniram a cidade.

 

A comunicação sempre foi essencial para a entidade manifestar seus posicionamentos e divulgar seus serviços. Lança mão de canais como boletins, revistas, portal na Internet, redes sociais, blog e estreita relação com os veículos de comunicação.

 

Diversas soluções são disponibilizadas e renovadas a cada ano, a fim de fortalecer esta rede de empreendedores que, juntos, solidificam São Leopoldo como uma cidade próspera, acolhedora e de portas sempre abertas para o empreendedorismo.

 

Juntos, centenas de empresas associadas vêm escrevendo esta história há 100 anos, e juntos, com certeza escreverão ainda muitos capítulos.

 

Juntos Somos Mais.

 

 

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