Núcleo de Consultores da ACIST-SL realiza almoço na ASSEMPLIFE
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Foi hmolegado nesta terça-feira (16), o decreto do Inventário dos Bens Imóveis de Interesse de Preservação do Patrimônio Histórico e Cultural do Município, na segunda-feira, 15 de julho. Ao todo, compõem o documento 265 imóveis e sete monumentos ou praças que são classificados em três categorias de proteção - rigorosa, intermediária e leve/flexíveis - e servem como símbolos da formação e da história de São Leopoldo. O levantamento dos imóveis foi realizado por técnicos da Prefeitura de São Leopoldo e aprovados pelo Conselho do Patrimônio Cultural de São Leopoldo (Compac).
Participaram do evento o presidente da ACIST-SL, Oldemar Brahm, e André Rotta, diretor de Cultura e Turismo da entidade, que avaliou que a preservação destes mais de 200 imóveis é um marco importante para a cidade. “Começamos a valorizar e respeitar a nossa história, que é contada por estas edificações. Esperamos que seja a primeira lista e que a discussão destes e outros bens históricos em nossa cidade seja ampla que, deste modo, possamos valorizar e preservar estes imóveis”, ressaltou André. O presidente Oldemar Brahm lembra que uma das bandeiras da entidade é a Valorização da Cidade e a preservação destes imóveis deve ser prioridade, unindo o desenvolvimento com a memória da cidade.
A partir do decreto, os proprietários serão notificados no prazo de 60 dias para apresentarem, caso desejem, impugnação quanto à inclusão do imóvel no inventário. A Secretaria Municipal Geral de Governo (SGG) e a Procuradoria Geral do Município (PGM) estão elaborando um projeto de Lei que será enviado para a Câmara de Vereadores com o objetivo de regulamentar, proteger os bens históricos, as penalidades em caso de dano, bem como os benefícios resultantes da proteção.
De acordo com o prefeito Ary Vanazzi, o instrumento do inventário constitui importante ferramenta para uma proteção mais abrangente e efetiva do patrimônio histórico cultural da cidade. “Por se tratar da cidade berço da colonização alemã, São Leopoldo possui um rico acervo arquitetônico que relata esta história. Os bens, que constituem o Patrimônio Histórico e Cultural, são símbolos da memória, permitindo que o passado interaja com o presente, transmitindo conhecimento e formando a identidade da nossa comunidade”, apontou.
Conforme o diretor de Patrimônio Cultural, Joel Santana, os bens inventariados devem ser conservados adequadamente por seus proprietários e sua preservação respeitada por todos os cidadãos. “Independentemente de tratar-se de bem público ou privado, os bens culturais inventariados passam a ser considerados como sendo bens de interesse público, sujeitos a um especial regime jurídico”, revelou.
Já o secretário de Cultura e Relações Internacionais, Pedro Vasconcellos, lembrou que o conjunto de bens existentes no município é vinculado a fatos memoráveis ou significativos, de valor histórico-cultural para a cidade. “Nessas edificações são percebidos um conjunto de elementos que apresentam expressivo significado histórico e cultural. Esses espaços destacam-se por desempenharem uma função estratégica e simbólica na estruturação e compreensão do espaço urbano e de suas formas de ocupação, bem como de identificação da população”, pontuou.
Foto: PMSL | Divulgação
Fonte: Imprensa ACIST-SL e Imprensa PMSL
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