São Leopoldo fica em segundo lugar na geração de empregos no RS em 2018

24/01/2019

Fernando Ribas, vice-presidente de Indústria, ressalta que a massa salariam precisa ser avaliada
Fernando Ribas, vice-presidente de Indústria, ressalta que a massa salariam precisa ser avaliada

São Leopoldo terminou o ano de 2018 com o segundo melhor saldo entre as cidades gaúchas que mais geraram vagas de emprego no Rio Grande do Sul. Segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o saldo foi de 2.173 novos postos de trabalho com carteira assinada no período de janeiro a dezembro do ano passado. Este é o melhor saldo na cidade desde 2011.

 

 Depois de três meses consecutivos - setembro, outubro e novembro, ocupando o terceiro lugar nos números de crescimento do emprego formal entre as cidades do estado, São Leopoldo passou para a segunda colocação em dezembro de 2018. De acordo com o levantamento, o setor que mais contribuiu para este saldo positivo foi o de serviços, com maior destaque, registrando 2.005 vagas. Em segundo ficou a indústria de transformação, com a criação de 389 empregos, seguido da construção civil, com 105 novos trabalhos de carteira assinada. Ao considerar todas as categorias, foram registradas 23.823 admissões e 21.650 desligamentos no ano passado. Dentre os municípios gaúchos que mais geraram emprego em 2018, Caxias do Sul ficou em primeiro lugar por ser a cidade que obteve o melhor percentual (5.132 vagas).

 

 Para a ACIST-SL, ao mesmo tempo em que os dados são positivos, pois indicam mais pessoal efetivamente contratado, por outro gera preocupação quanto aos setores de comércio e indústria, que  de modo geral geram mais renda para os trabalhadores. O comércio, por exemplo, fechou o ano negativo em 2,91% e a indústria com apenas 2,22% de crescimento. “A massa salarial é maior na indústria, o que gera mais consumo e em consequência mais tributos municipais. É importante haver políticas de desenvolvimento para todos os segmentos da economia e sabemos que a indústria é que mais impacto tem pelo seu efeito dominó”, ressalta Fernando Ribas, vice-presidente de Indústria da entidade.

Fonte: Imprensa ACIST-SL | SENHA Comunicação Integrada

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